Archive for julho 2010
Award
jul. 31

Utopia
jul. 31

Diálogos...
jul. 29
Ele: Vão viajar quando?
Eu: No fim-de-semana do 1 de Novembro!
Ele: 1 de Novembro?! Mas vai estar a chover e frio... E vão apanhar chuva!
»»««
Ele: Tens quanto tempo para apanhar o autocarro?
Eu: 3 minutos.
Ele: Ahahah Já não o apanhas!
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Ele: Mas o teu cão vai sózinho e deixa-vos?
Eu: Não. Vai dar uma voltinha sózinho, anda à vontade e quando assobiamos ele volta de novo!
Ele: Tsss Isso é porque não gosta de vocês!
Sim, sim, amigo, é como tu quiseres! Mas olha que no campo do agoiro, tu és campeão!

Mas Maria o quê?!
jul. 28
O supremo da classe e do requinte é aquele tipo de homens que quando se referem às mulheres, namoradas, you name it, as tratam por Maria. Independentemente de se chamarem, de facto, Maria! "A minha Maria isto, a minha Maria aquilo", "A tua Maria sabe disso?" (quando se referem às mulheres dos outros, então, acho maravilhoso). A sério, é labrego, feio, parece que estão a falar das criadas ou das escravas.

Espera, agora conta até mil!
jul. 27
Vamos lá começar. Mandar-me fazer coisas impossíveis. Ser a enésima vez que digo que já tentei, ser a enésima vez que já demonstrei que não é possível ser daquela forma e, mesmo assim, pedir-me para fazer e demonstrar, NOVAMENTE. E a falta de memória, senhores. 15 dias de férias provocam assim um vazio tão grande no cérebro?
A sério... Hoje já me controlei muito, as dicas do fim-de-semana não estão a dar propriamente resultado. Chiça, já tive de explicar bem explicadinho que não sou mágica!

Acalma lá os nervos, faxavor
jul. 27
Conheço cada vez mais homens (pessoas do género masculino com mais de 25 anos são consideradas homens, right?) que amuam por tudo, por nada e sem percebermos o porquê. Com direito a bracinhos cruzados, a olhar o vazio e a estar sem falar. Para completar o quadro só fica mesmo a faltar o beicinho. E depois dizem que é sono. Piooor! A desculpa é muito pior! Mas são alguns bebés chorões para estarem com a birra do sono? Deus me acuda! E eu ainda dou importância a isto...

Dia Internacional dos Avós
jul. 26
Não posso dizer que os meus têm uma importância fulcral na minha vida, porque não têm. Sempre viveram longe e as temporadas que passava em casa de cada um eram pequenas, não fui criada com eles como acontece com tanta gente. Mas posso dizer que gosto muito, muito deles. Sinto falta se não ligo à minha avó aos domingos à noite, não gosto quando ela me atende o telefone com um "Olá neta" muito xoxo porque está doente, nem gosto de saber que o meu avô está pior.
Aqui há uns anos dizia muito orgulhosa que ainda tinha os meus quatro avós e é quando morre o primeiro que aquela crença utópica (mas que devia ser verdadeira) de que as pessoas que mais gostamos nunca irão morrer se desvanece.
Category Avós

Pois que nem sei...
jul. 25
Category TV

É crónico... Ou não
jul. 25
Esta tendência para estragar tudo. Mas é que é mesmo para secar tudo, tudinho do pouco que foi construído, mais ou menos como um acidente nuclear.
Category Vida

Ponto de Situação
jul. 24

Dicas para aguentar a próxima semana...
jul. 23
... e as seguintes:
- Esgotar o que sobra das minhas energias a dançar (ou fingir que sei dançar)
- Almoçar numa esplanada e apanhar um bocadinho de sol
- Dormir até não conseguir voltar a fechar os olhos
- Caracolada de domingo à tarde
- Renovação do stock de paciência o que implica que não me moam muito o juízo durante o fim-de-semana
Vou tentar cumprir à risca. Segunda-feira chega a encomenda. Com energias renovadas.

Da minha infância
jul. 23

A Feira Popular. Os póneis, o carrossel da lagarta, a roda gigante e o medo de outros tantos. Os caracóis e a fotografia da praxe geralmente com um ar entediante. Acho que era do fotógrafo, daqueles que andavam a impingir a foto, tal como faziam os senhores à porta dos restaurantes, quase a puxarem-nos lá para dentro à força.

"Um bocadinho, por favor."
jul. 22

Pontos fracos
jul. 22
Homens a chorar. Derrete-me completamente o coração e acho a coisa mais cutxi-cutxi.

Não vale a pena
jul. 20
Mais tarde, alargou para o campo "escola". Pois se, inicialmente, para além das boas notas, era muito elogiada pelo meu excelente comportamento (corava imenso ou ficava com os olhos cheios de lágrimas sempre que me repreendiam), passei também a responder sempre que achava que não estavam a ser correctos comigo. Claro que nunca ultrapassando o limite da má-educação. Tenho a convicção que, acima de tudo, deixei foi de ser parva (apenas no que toca a este assunto).
Mais recentemente, as reclamações em restaurantes ou supermercados, sempre que não sou bem atendida, e no trabalho. Aqui gosto que me demonstrem por a+b que eu não estou certa pois, ao contrário do que possa parecer também sei dar razão aos outros. É também a crença do ver para crer.
Tudo isto para concluir que acho que vale sempre a pena falar. Falar se achamos que estamos a ser injustiçados, falar se consideramos que o nosso trabalho ou esforço está a ser menosprezado, falar se achamos que não estão a ser correctos connosco. Mesmo que não venha a mudar nada. Mesmo que isso não impeça um despedimento ou futuros puxões de orelhas. Claro, nunca perdendo a razão, o que nem sempre é fácil.
É o mesmo que participar num debate sobre o casamento homossexual (apenas um exemplo). A nossa opinião vai mudar alguma coisa? Não! Se vamos deixar de responder aos intervenientes no debate? Eu não deixaria! Se ali estou é para dar a minha opinião, right? Ainda um exemplo mais extremista: ao dar um pacote de massa para o Banco Alimentar, suponho que ninguém tem a pretensão de erradicar a fome no mundo, mas temos a convicção de que vai aconchegar o estômago a alguém. Funciona, mais ou menos, da mesma forma. Fazemo-nos notar, fazemos ouvir a nossa opinião, mesmo que isso não venha a resolver o problema.

Sabes que estás a ficar velha quando...
jul. 19
Category Vida

Convicção cada vez mais confirmada
jul. 12
Category Vida

É oficial! Estou a ensandecer
jul. 11
